Estes encontros, nenhum deles marcado pela tristeza, pela revolta, pela amargura, traços que tantas vezes marcaram o meus encontros de labor, mostraram-me duas faces, duas que são só uma e é a minha face. Ainda é possível fazer com que das minhas mãos nasçam estrelas, elas têm com elas a memória de uma alegria que não se perdeu inteiramente, basta confiar para que se ilumine o que em mim é ainda luz. Mas quando nos habituamos a ser pessoas sós, viradas para dentro em exilío de vozes, não mais deixamos de precisar desse silêncio. É como se ele nos viciasse. É a renda à nossa espera.
quinta-feira, maio 06, 2010
Rendilhado
Estes encontros, nenhum deles marcado pela tristeza, pela revolta, pela amargura, traços que tantas vezes marcaram o meus encontros de labor, mostraram-me duas faces, duas que são só uma e é a minha face. Ainda é possível fazer com que das minhas mãos nasçam estrelas, elas têm com elas a memória de uma alegria que não se perdeu inteiramente, basta confiar para que se ilumine o que em mim é ainda luz. Mas quando nos habituamos a ser pessoas sós, viradas para dentro em exilío de vozes, não mais deixamos de precisar desse silêncio. É como se ele nos viciasse. É a renda à nossa espera.
quarta-feira, maio 05, 2010
Pequenas asas
segunda-feira, maio 03, 2010
Way (II)
quinta-feira, abril 29, 2010
quarta-feira, abril 28, 2010
Semi-breves (VI)
terça-feira, abril 27, 2010
A tipologia do fogo
segunda-feira, abril 26, 2010
Um minuto de Domingo
domingo, abril 25, 2010
Dizer sempre
sexta-feira, abril 23, 2010
A Interpretação dos verbos
Consolar, essa capacidade de ir buscar a ternura nas dobras escondidas do coração, escavando-o à procura do riso possível para depositar num rosto triste. Ser capaz de palavras doces para oferecer num tempo de amargura.
Arquitectar, essa vontade de sonhar permanente, riscos cruzados no papel cheios de casas brancas, muitas papoilas, um sol desenhado num dia de primavera, um piquenique com cerejas e beijos leves trocados devagar. Buenos Aires, e todo o deserto ainda à espera do olhar.
Conseguir, qualquer coisa melhor que ter êxito, chegar provisoriamente a um lugar onde quando nos dizem "muito bem" sentimos o sabor do suspiro a desfazer-se na boca, a certeza de que afinal todas as escritas nos são possíveis, basta inclinar a caneta de uma determinada forma para apanhar o vento certo. A certeza de que saber pensar é afinal o mais importante. Saber que o sabemos.
quinta-feira, abril 22, 2010
Tempestade
Para a próxima pensarei melhor sobre o último andar, esta proximidade do céu.
quarta-feira, abril 21, 2010
Semi-breves (V)
terça-feira, abril 20, 2010
Outras palavras, e podiam ser minhas (I)
TESTAMENTO
Vou partir de avião
e o medo das alturas misturado comigo
faz-me tomar calmantes
e ter sonhos confusos
Se eu morrer
quero que a minha filha não se esqueça de mim
que alguém lhe cante mesmo com voz desafinada
e que lhe ofereçam fantasia
mais que um horário certo
ou uma cama bem feita
Dêem-lhe amor e ver
dentro das coisas
sonhar com sóis azuis e céus brilhantes
em vez de lhe ensinarem contas de somar
e a descascar batatas
Preparem a minha filha
para a vida
se eu morrer de avião
e ficar despegada do meu corpo
e for átomo livre lá no céu
Que se lembre de mim
a minha filha
e mais tarde que diga à sua filha
que eu voei lá no céu
e fui contentamento deslumbrado
ao ver na sua casa as contas de somar erradas
e as batatas no saco esquecidas
e íntegras
ANA LUÍSA AMARAL, Minha Senhora de Quê, Quetzal Editores, Lisboa, 1999: 61, 62
segunda-feira, abril 19, 2010
domingo, abril 18, 2010
Semi-breves (IV)
~CC~
sábado, abril 17, 2010
Destinos à chuva
sexta-feira, abril 16, 2010
quinta-feira, abril 15, 2010
Escrita na areia
quarta-feira, abril 14, 2010
Semi-breves (III)
M-Mais alguma ideia filha? Dessas boas para fazer o país superar a crise sem os obrigar a comprar submarinos ou lhes sugerir a venda das ilhas?
~CC~
terça-feira, abril 13, 2010
Semi-breves (II)
~CC~
segunda-feira, abril 12, 2010
Semi-breves (I)
~CC~
domingo, abril 11, 2010
De olhos molhados
No país das maravilhas
sábado, abril 10, 2010
Do calor que passa (II)
quinta-feira, abril 08, 2010
Do calor que passa
quarta-feira, abril 07, 2010
Novelo
terça-feira, abril 06, 2010
Aquário (II)
domingo, abril 04, 2010
Aquário
quinta-feira, abril 01, 2010
Saborear
~CC~
PS. Boa Páscoa, encham de beleza os vossos olhos.
quarta-feira, março 31, 2010
Resistir
segunda-feira, março 29, 2010
Sem razão
domingo, março 28, 2010
Perfume
E essa vertigem, situada em plena Primavera, essa não constava de nenhum roteiro. Guardei-a para mim como um dia guardei a cidade das Acácias Rubras, guardei-a como a cidade do perfume das flores de laranjeira.
~CC~
quinta-feira, março 25, 2010
Noticiário
quarta-feira, março 24, 2010
Quando o corpo já não pede
terça-feira, março 23, 2010
Exercício não concreto
segunda-feira, março 22, 2010
País (II)
sábado, março 20, 2010
Encontro marcado
quinta-feira, março 18, 2010
Lugar nenhum
Eu pensei: demasiado literária para ser académica, demasiado académica para ser prática, demasiado prática para ser académica, e demasiado académica para ser literária.
Mas disse-lhe: mas a realidade é o resultado de um jogo de espelhos.
Ele calou-se. Os outros também. Fez-se silêncio na sala. A frase caiu no caixote do lixo e eu fui com ela.
Eu pensei: sou uma personalidade fronteira, o que na psicologia chamamos border line, não estou em lugar nenhum.
Mas disse-lhe: desde o princípio que quis contar uma história a várias vozes.
Ninguém respondeu.
Vim para casa a pensar em mim como border line, terrivelmente triste. Mas depois pensei que não é bem assim, nunca deprimi, tenho uma saúde mental de ferro.
E apeteceu-me um passeio de bicicleta, um banho de mar, um beijo.
Se calhar consigo viver em lugar nenhum.
~CC~
quarta-feira, março 17, 2010
terça-feira, março 16, 2010
Uma casa vazia
segunda-feira, março 15, 2010
Contem a história
Levem os vossos filhos a ver, e se forem ainda meninos ou meninas, ajudem-nos a perceber a história. Devemos-lhe isso.
sexta-feira, março 12, 2010
Luz para os teus anos
quinta-feira, março 11, 2010
Chile
quarta-feira, março 10, 2010
Só existir
Escrevo sobre Educação, mas não aqui. Pensei nisso por causa do Leandro, pensei como era possível não escrever sobre ele aqui, mas na verdade já o fiz noutro lugar, aliás já tinha escrito sobre o Leandro antes dele existir como o menino que se deitou ao rio, era um outro, uma outra, outros nomes com a história dele.
terça-feira, março 09, 2010
Dançar, voar, rebolar.
segunda-feira, março 08, 2010
No bater do coração
Gosto de ser mulher e isso devia bastar. Não queria dia nenhum para mim, nem para as outras mulheres. Mas se ele existe, é porque marca uma luta, marca um duro e longo caminho que só para algumas parece terminado, e isso é importante, é fundamental pensar nas mulheres sem voz que há por toda a parte. A discriminação ainda existe, com rostos novos, e outros já antigos.
quinta-feira, março 04, 2010
Poema menino
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Sou eu
Nado aqui perto de ti
Neste oceano
Azul Pacífico
É belo, quente, cheio de corais
E de meninos pobres rindo nas ondinhas brancas
Sou uma concha, sou um búzio
Um bicho do mar fechado
Mas pronto a espreitar os belos cardumes coloridos que passam
Foi por essa estreita abertura que te vi
Eras um polvo majestoso nadando
E tive medo desses teus braços fortes
Desse teu ar de terra
Sou eu
Percorro rapidamente as distâncias
Mas distraio-me a ver uma alga vermelha ou roxa
Perco-me nos caminhos
Tenho pavor das grutas fechadas de onde não sei sair
Choro amiúde
Dentro da minha concha
Desacredito
Espero por ti na curva do rochedo negro
Para me ajudares a passar
E sinto que nos teus braços
Há uma tensão doce
E fecho os olhos
Para acreditar que me proteges para sempre dos abismos
Queria ouvir-te dizer que o vais fazer
Sou eu
Se vires bem sou pequena
mas também te posso mostrar algumas coisas
deste imenso oceano
Coisas pequenas
sobre abraços fortes
sobre a dor
sobre os sonhos que habitam até o sangue dos peixes
se pudesses sonhar os meus sonhos
As coisas que tu sabes para evitar os tubarões
As coisas que tu sabes sobre a imensidão das espécies
As coisas que eu sei sobre amar muito
As coisas que eu sei sobre beijos
Beijos pequeninos, doces, suaves
Que nos ficam a dizer segredos muito tempo
Acredito.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
~CC~
quarta-feira, março 03, 2010
Os sapatos ingleses
Ora eu não me lembrava há quanto tempo tenho este corte de cabelo, nem a última vez que tinha ido às compras, gosto de fazer quanto tudo em casa e sou só eu que o faço, e quanto aos sapatos...tinham pelo menos dois anos, mas quase que apostaria nos três. A dos sapatos foi demais para ele, abriu a boca de espanto e disse que parecia impossível, pois as mulheres compram sapatos novos todos os anos. Por acaso este Inverno não comprei nenhuns, respondi-lhe. E acrescentei: mas talvez eu não seja bem uma mulher. E ele abriu muitos os olhos e durante uns segundos creio que duvidou mesmo que eu o fosse. E eu ri-me muito para dentro, contente por ter aulas de Inglês.
terça-feira, março 02, 2010
País
Quando finalmente a vasta área de calçada chegou ao fim, vieram umas máquinas colocar umas placas de protecção, a separar a linha de comboio do parque. Passaram uma e duas vezes por cima das pedras brancas e das pedras pretas, mas as brancas não resistiram ao peso das máquinas. A vasta área de calçada tornou-se um monte de poças de água e lama, e várias pedras saltaram completamente fora do lugar, como se esta obra tivesse já anos. Hoje, vários homens colocavam outra vez as pedras no lugar e tentavam endireitar as ondas do chão. Amanhã talvez venham as máquinas pesadas outra vez pisá-las com força desmedida.
segunda-feira, março 01, 2010
Morada
domingo, fevereiro 28, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Dias felizes
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Ainda vem
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Florir
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
O colar das contas azuis
domingo, fevereiro 21, 2010
Single
sábado, fevereiro 20, 2010
Concordância
~CC~
Enrolar-me (II)
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Enrolar-me
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Esconderijo
Sempre gostei de esconder-me, lembro-me que uma vez quando era miúda jogava às escondidas e fiquei num canto do quintal, e o tempo passou, passou muito tempo, e eu sentia-me bem ali quieta, longe de tudo. Na verdade, ninguém veio à minha procura, quando saí, já o jogo tinha há muito acabado. E agora ainda gosto, vou para um lugar onde nunca estive e se gostar dele, acho que posso ficar muito tempo. Não sinto a falta de nada se trouxer comigo os que amo, só eles são afinal a minha terra. O resto em mim é tudo mar.
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Inventar dias
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Admirar na praça pública
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Equílibrio
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Amor e outra história
Celeste olhou uma a uma as portas fechadas da sua casa grande, tinha-as fechado para a tornar mais pequena e assim diminuir a sua solidão. Abriu a janela da sala, era a única divisão que tinha sobrado da sua vida familiar antiga, fechando os olhos podia ouvir as vozes dos miúdos quando chegavam da escola e sentir o coração a bater com força. Mas em vez da lágrima habitual que lhe aparecia nessas ocasiões de profunda saudade, viu nascer na sua boca um sorriso. E da janela da sala dirigiu o sorriso até ao lugar da Nogueira. A verdade é que ainda há pouco tempo a mandara cortar porque a entristecia ver a ruína em que ela se tornara, e muitas vezes sentira-se tão velha quanto ela.
Mas estava para chegar o seu velho com a nogueira nova, e o buraco que pedira para abrir cheirava a água e a terra, estava pronto para alimentar a seiva de uma nova vida. Chamava-lhe intimamente e só para si própria o seu velho, mas achava-o ainda um homem muito bonito, e tinha pensado muitas vezes encher os seus dedos com aqueles cabelos brancos tão abundantes.
Ele tinha vindo ver a casa quando ela a pusera à venda, cansada das memórias que lhe estavam agarradas, e tinha ficado preso à cor purpura única das paredes e ao cheiro dos jasmins que trepavam por elas. Tinha dado tudo o que tinha aos filhos numa espécie de despedida antecipada, os bens já não lhe interessavam, mas procurava ainda um lugar para poder demorar-se nos crepúsculos. Combinaram ver-se uma e outra vez com a casa pelo meio, mas já presos um ao outro pelo resto do brilho que os seus olhos tinham. E ele tinha-lhe pedido para ficar naquela casa, porque há lugares que não se podem abandonar sob pena do sangue se transformar rapidamente em pó. E ela sabia que apesar de ter fechado as portas, deixá-la era também secar por dentro. E ela tinha-o convidado a vir, a trazer as suas coisas. E ele tinha dito: primeiro trago a nogueira nova para plantar. E viram que na geografia da pele havia roteiros de lume ainda por descobrir. E nunca falaram de amor, nunca.
(a frase de E. está cheia de esperança, se no momento em que perdemos um amor que ainda amamos, nos fosse possivel beber dela, a sombra não nos tomaria)
(é beber desta esperança, não só porque "o melhor amor de cada um de nós ainda está por descobrir" mas também porque podemos descobrir melhor o amor que temos).
~CC~
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Amor e uma historia (II) aos olhos de E.
Chamei-lhe "A edificação do amor"
(Por E., do SUL)
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Amor e uma história (I)
A derrota
E isso durou até ao dia em que um rapaz mais velho, já trabalhador, a procurou para o ajudar a fazer o exame de 12º ano e poder ingressar na faculdade. Também ele tivera azar com a vida, a doença do pai tinha-o obrigado a deixar os estudos, e só agora podia voltar. Era assim diferente de todos os que tinham procurado Maria, tinha mesmo vontade de aprender e de superar-se a si próprio. Liam muita poesia, sobretudo Fernando Pessoa e Camões, poetas que eram muito focados nos exames de 12º ano. E o rapaz sentiu uma e outra vez os olhos molhados quando ela lia com a sua voz rouca, o braço sem vida, a alma fora dali. E era verdade, ela esquecia-se da presença dele, lia para si própria em viagem interior. E é assim que o amor nasce: uma coisa tão pequena que nos toca no outro, que nos toca como mais ninguém tocou.
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Toques de seda e perfume
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Marcas na areia

quinta-feira, janeiro 28, 2010
Aprisionados na rede (II)
Aproveitando uma frase que deixou escapar: não durmo há muitos dias, perguntei-lhe o que se passava com ela. E acrescentei a medo: não me diga que fica na NET até de manhã...(mas confesso que eu própria achei a minha frase um exagero). E ela respondeu: É isso professora...mas quase não vejo Televisão!
terça-feira, janeiro 26, 2010
Montes Claros
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Formiguinha
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Outra estação
Já queria Primavera, para me ver a nascer, saída da terra como um rebento verde a acreditar no azul. Já queria Primavera, para sair azul, das primeiras ondas mornas.
quinta-feira, janeiro 21, 2010
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Desenhos
Ela tinha olhos pequeninos e rasgados num rosto branco com cabelos muito frisados, era uma mistura ocidente-oriente, mas parecia estar sempre a sorrir quando falava e abria muito os braços como se fosse capaz de nos levar com ela até ao tempo em que o Buda disse aos animais para atravessar o rio. Deu uma aula de nos silenciar uma hora, a um público dos 3 aos 80 anos, podemos perguntar a partir daquele silêncio interessado se outra escola, outra vida, não seria possível. Ela usou muito os olhos pequeninos e o sorriso grande.
terça-feira, janeiro 19, 2010
Chave
sábado, janeiro 16, 2010
Mulher
Toda a vida ouvi reparos em relação ao modo de sentar, aos abraços desmedidos dado a rapazes ou a homens que podiam ser objecto de outras interpretações, ao meu modo de me situar no espaço, de caminhar, de me aproximar. De vez em quando, nos momentos mais improváveis, quando ando a correr de um lado para o outro, dou com uns olhos de homem fixos em mim. O meu primeiro pensamento costuma ser que há algo errado comigo, que devo ter o casaco vestido ao contrário (o que acontece com frequência), que deve ser alguém que não estou a reconhecer(estou sempre a encontrar gente em todo o lado) , ou que é uma pessoa que deve precisar de ajuda para alguma coisa (defeito profissional). Nunca penso que aquele homem está a olhar para mim como um homem olha para uma mulher, que estou a ser olhada como mulher, e não estou a falar daqueles olhares marialvas centrados em partes do corpo salientes, mas sim naquele olhar que é todo ele um interesse centrado em nós, um olhar que também nos olha para os olhos. Com a idade isso piorou bastante, porque mesmo sem querer temos esta tendência de pensar que as moças novas são inevitavelmente giras e atraentes e que há tantas e tantas por aí que não falta para onde olhar.
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Cidadania Global
O Haiti é tambem parte de nós, é parte do nosso mundo. O que está a acontecer lá, podia ter acontecido aqui há cerca de um mês atrás, bastava um grau mais. Ou pensam que por sermos Europa os nossos edificíos não iriam cair?
Assistência Médica Internacional (AMI)
Para contribuir:
- Pode fazer uma transferência bancária através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672
- No Multibanco basta seleccionar o menu “Pagamento de Serviços” e inserir Entidade 20909 Referência 909 909 909 e a quantia que escolheu doar.
~CC~

